Lugares interessantes e fora dos guias turísticos: Salvador #01

A maioria dos lugares turísticos são interessantes, claro (tirando uma ou outra furada, mas aí é papo pra outra matéria), mas também é verdade que nem todos os locais bacanas de uma cidade estão no radar dos visitantes. Quem nunca recebeu uma dica tipo “você precisa ir lá, quase ninguém de fora conhece”? Então, sem enrolação, começa aqui uma nova série do rivotravel. E o início não poderia ser com outro destino que não a minha terra natal: Salvador.

 
 

Nota: no fim da matéria você encontra a lista com endereços, telefones, perfis nas redes sociais etc.

  1. Parque do Queimado (sede do programa NEOJIBA)

Vamos devagar, começando com um programa matinal. Sou um enorme entusiasta dos Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia (NEOJIBA). Em 2019, foi inaugurada a sede do Parque do Queimado, em um lugar cheio de história. Segundo consta no site oficial deles, a construção abrigou a primeira central de tratamento e distribuição de águas do Brasil. Inaugurado na segunda metade do século 19, a história do lugar é ainda mais antiga. Há mais de quatro séculos, os padres jesuítas descobriram ali uma importante fonte de água que serviu aos bairros vizinhos da Soledade e da Lapinha, ainda nos séculos 17 e 18.

 

Foto histórica do Parque do Queimado: ontem e hoje

 

A sala principal de apresentações musicais, que recebe diversas formações musicais, muito além da música erudita, é bonita de dar gosto. Simples, pois menos é mais. Sou frequentador assíduo das apresentações ali realizadas nas manhãs dos finais de semana — a agenda não se resume aos sábados e domingos. Todo o espaço, na verdade, além de lindo, é super arborizado e conta com amplo estacionamento. Em tempo: o grupo acaba de finalizar sua décima turnê internacional, passando por Alemanha e China.

 

Sala de apresentações do Parque do Queimado, sede do NEOJIBA

 

Diretora de desenvolvimento institucional do NEOJIBA, Fernanda Tourinho conta que a maior parte do público que frequenta as apresentações no Parque do Queimado é formado por moradores de Salvador e da Região Metropolitana, mas ela prossegue dizendo que é muito significativo perceber que o Parque do Queimado já integra o roteiro de visitantes interessados em experiências culturais e sociais na Bahia. “A proximidade com regiões de forte circulação turística, como o Santo Antônio (Centro Histórico), reforça o potencial do Parque do Queimado como espaço de encontro entre cultura, música e transformação social. O NEOJIBA entende que essa conexão pode ser fortalecida gradualmente por meio da circulação espontânea de visitantes, da divulgação das atividades e de possíveis parcerias culturais e institucionais futuras”, afirma.

A reinauguração do Teatro Castro Alves (TCA), com previsão para o segundo semestre deste ano, não vai tirar o peso da histórica casa do grupo (eles também costumam tocar no teatro localizado no Campo Grande). “As apresentações no Parque do Queimado continuarão acontecendo normalmente, mantendo a frequência habitual das atividades do NEOJIBA no espaço. Entre elas, está a série Todo Domingo no Parque, realizada regularmente aos domingos, além de concertos e apresentações especiais ao longo da programação anual do programa”, diz a diretora.

Saindo de lá, já com a fominha do almoço batendo, sugiro ir para um lugar que eu amo e que fica bem perto, uns cinco minutos de carro com trânsito livre. É a…

2. Feira de São Joaquim

Esse é um lugar histórico de Salvador, frequentado basicamente pela população da cidade (ou “mais antigos” a chamam de “Feira de Água de Meninos”, fazendo alusão à zona onde ela se encontra). É parte tão forte da vida soteropolitana que foi palco de um dos primeiros filmes baianos, A Grande Feira (1961). Se você busca uma atração “genuína” da tal da “baianidade” (que é múltipla), lá é o lugar certo para ir (a menos que você tenha agonia de muita gente junta e barulho). A variedade de artigos, às vezes dentro de uma mesma barraca, foi o que mais marcou a turista capixaba Mariana Parmanhani, que esteve em Salvador em janeiro. “Eu me lembro de uma placa que dizia ‘leite de coco’ e embaixo ‘inseticida’, achei graça. A quantidade de cores e texturas - de camarão seco, de frutos e sementes que eu nunca vi antes, pombas e outras aves em gaiolas sendo comercializadas ao mesmo tempo que artesanatos lindos e por um preço super acessível - realmente me deu a sensação de estar vendo ‘um pouco de tudo’”, conta a visitante. Lá também há várias opções de restaurantes de pratos típicos, com produtos trazidos pelos pescadores — a feira fica às margens da Baía de Todos-os-Santos. E tem estacionamento pago bem na frente, caso você vá de carro.

 

Diversidade da Feira de São Joaquim captada pela capixaba Mariana Parmanhani

 

Assim como muitos, Mariana achou São Joaquim um pouco suja em algumas partes, mas nada que estragasse a visita. Alguma sujeira faz parte da feira, ela diz, citando por exemplo a venda de peixe fresco, “então é natural que o peixe tenha um cheiro forte e solte uma água de peixe”, diz, entre risadas, a capixaba, que comprou por lá alguns itens de artesanato, como suportes de palha para pirex e panela, além de um leque e uma peneira para decoração. Tudo num preço maravilhoso, garante.

 

A capixaba Mariana Parmanhani durante visita a uma das barracas de artesanato da Feira de São Joaquim

 

Ela diz com veemência que a feira tem potencial para ser incluída no roteiro turístico da cidade. Segundo Mariana, todo o "ecossistema" da feira parece apresentar muito da cultura local. Além dos produtos comercializados, a forma como os vendedores se portam também passou a ela essa impressão - sempre dispostos a ajudar e a buscar o que o cliente precisa, onde quer que for, mesmo que na barraca do lado ou outra mais distante. “Acho que todos que buscam conhecer Salvador para além da experiência óbvia turística precisam conhecer a feira. E, na minha opinião, foi o melhor lugar para comprar lembrancinhas - tem vários artigos lindos e no precinho! Diria que é uma experiência imperdível”, observa.

3. MUNCAB

De São Joaquim, um caminho natural de visitação incluiria “subir a cidade” para sua parte alta e explorar o Centro Histórico. Mas se você está lá na parte antiga, uma opção é o Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira (MUNCAB), reinaugurado no fim de 2023. As exposições são sempre maravilhosas. Segundo a Diretora Geral Cintia Maria, o museu recebe mais de 130 pessoas por ano. Ela afirma notar um aumento significativo do fluxo de visitantes durante os períodos de alta estação e grandes eventos culturais da cidade. “O MUNCAB recebe regularmente visitantes de fora de Salvador, incluindo turistas nacionais e internacionais, pesquisadores, estudantes e profissionais da cultura. Embora estejamos em processo contínuo de aprimoramento de nossas ferramentas de monitoramento e inteligência de público, já identificamos uma presença crescente de visitantes oriundos de outros estados e países”, diz a diretora geral.

 

O MUNCAB é um museu com ênfase na valorização de aspectos da cultura de matriz africana, destacando a sua influência sobre a cultura brasileira

 

Cintia ressalta que Salvador é uma cidade culturalmente única e historicamente uma das mais importantes do país, aliada a uma centralidade histórica e simbólica fundamental para as culturas negras no Brasil e nas diásporas africanas. Nesse contexto, afirma, o MUNCAB ocupa um papel estratégico. Entre as ações desenvolvidas e previstas estão o fortalecimento da comunicação digital, parcerias com redes de turismo cultural, ampliação de conteúdos bilíngues, ações educativas e experiências curatoriais capazes de dialogar com públicos diversos, elenca. “Nossa equipe de atendimento e mediação busca oferecer suporte qualificado aos visitantes estrangeiros, contando com colaboradores com conhecimento em inglês, alemão, francês, espanhol e outras línguas, além de materiais de apoio que auxiliam na experiência do público internacional”, pontua Cintia.

“Turista em sua própria terra”, a baiana Juliana Ribeiro, moradora da Austrália, aproveitou um fim de semana de maio para conhecer o espaço. “A indicação e o convite de minha amiga certamente pesaram bastante na escolha de visitar o MUNCAB, já que não consegui visitar todos os (museus) que estavam em minha lista. Mas possivelmente teria ido mesmo sem a indicação, porque fiquei muito interessada ao ver alguns posts nas mídias sociais, particularmente sobre a inauguração do Jardim das Esculturas e a exposição Inclassificáveis”, afirma Juliana.

 

Juliana Ribeiro admira obra exposta no MUNCAB

 

Ela conta que, no dia da visita, o espaço estava bem movimentado, mas com um número confortável de pessoas, incluindo famílias com crianças. “Percebi uma pessoa que parecia ser de fora pedindo informação em inglês e a recepção estava preparada para passar informações nesse idioma, o que achei muito bom”, conta, acrescentando que gostou do espaço e ficou feliz em ver casarões sendo reformados para receber espaços culturais de relevância em Salvador, em especial o MUNCAB, por valorizar e dar visibilidade à cultura afro-brasileira. “Além disso, ele fica em uma região central, cercada por outros lugares interessantes para visitar, então acaba sendo um passeio ótimo pra quem quer conhecer a cidade”, diz.

4. Cemitério dos Ingleses

Fim de tarde costuma ser concorrido na balaustrada da Praça Municipal, ali pertinho do MUNCAB. Uma opção mais distante, porém bem mais tranquila, fica na Ladeira da Barra. Espremido em uma faixa de terra entre a rua e o mar, o Cemitério dos Ingleses, com graminha verde sempre bem cuidada e bucólicas árvores, oferece um pôr do sol surreal. Se você não gosta da multidão das praias da Barra, outro famoso espaço para dar adeus ao sol, lá pode ser o lugar ideal. O portão (embaixo de um letreiro escrito British Cemetery) fica bem ao lado da entrada do Yacth Clube da Bahia. Está sempre fechado (o portão), mas basta tocar o sino que o vigilante vem abrir. Já fui várias vezes e estava sempre vazio, sem outros visitantes (vivos).

 

Última morada com vista para o mar: assim é o Cemitério dos Ingleses

 

As lápides são bem antigas. Segundo matéria do jornal CORREIO, “em 27 de novembro de 1807, navios de guerra britânicos, comandados pelo embaixador Lorde Stanford, escoltaram a esquadra portuguesa até a chegada ao Rio de Janeiro, em 7 de março de 1808. Em retribuição, Dom João VI assinou, em 19 de fevereiro de 1810, o Tratado de Comércio e Navegação que, além de redução dos impostos para a comercialização dos produtos britânicos, concedia aos cidadãos britânicos residentes no Brasil o direito de construir seus próprios cemitérios”. Dois marinheiros do HMS Beagle, com a bordo o naturalista britânico Charles Darwin, morreram em alto mar, em 1832, e foram enterrados no cemitério dos ingleses. Será que Darwin foi ao enterro? Reza a história que ele era muito amigo de um dos falecidos. Quem sabe…

Mas nem só de morte vive o espaço. Curadora de projetos do site ArchDaily, Susanna Moreira conta que a primeira visita ao lugar foi em 2011, com um tio muito querido. “Lembro muito desse dia. Ele sugeriu fazermos um piquenique lá no cemitério e eu fui pega de surpresa porque nunca imaginei fazer isso. Topei e ele passou na minha casa pra me buscar com bombas de chocolate e fomos. Estava um dia lindo e o pôr do sol foi um espetáculo, por entre as árvores do cemitério. O céu ficou bem laranja e rosa, tem uma foto desse dia que dá pra ver um pouco da atmosfera do lugar. Foi um passeio muito bonito que ficou guardado na memória”, conta Susanna.

 

Susanna Moreira lendo livro ao pôr do sol, em 2011; e registro do piquenique com um namorado no cemitério

 

Ela considera que o lugar é uma opção de passeio romântico, pela vista que oferece e por ser um lugar discreto. “Eu já fiz um piquenique/café da manhã lá com um namorado. Acho que deu pra perceber que é um bom lugar para estender a canga no chão e levar lanchinhos, né? Acho que o cenário é tão solar que você se esquece que está em um cemitério, que geralmente é associado a um lugar sombrio e com uma atmosfera pesada. Claro que a energia depende também da companhia, mas de forma geral, acho que é um bom lugar pra um date diferente”, afirma. Susanna define o espaço como uma espécie de tesouro escondido, porque lá dentro se tem uma vista da Baía de Todos-os-Santos muito privilegiada. “Considerando que é um CEP definitivo, esses ingleses se deram bem”, brinca.

O relato de Susanna me fez lembrar de um bucólico fim de tarde que passei em Malmö, na Suécia. Estava caminhando por uma rua e entrei naquele que julguei ser um parque tranquilo, sem muros. Avistei um banco virado para um canal, onde pessoas praticavam remo. Sentei-me e apreciei a vista do fim do dia. Só quando já estava escuro e me levantei eu percebi que atrás do banquinho havia dezenas de túmulos. Deve ser uma tradição sueca, pois na capital, Estocolmo, tive uma experiência similar, com direito a fofos coelhinhos soltos na paisagem verdejante.

Não curte muito cemitério? Então talvez uma opção melhor seria ver o pôr do sol do…

5. Morro Ipiranga

A vista do morro Ipiranga é praticamente desconhecida até mesmo entre os soteropolitanos como opção para ver o pôr do sol — geralmente o queridinho é o morro do Cristo, localizado logo à frente, mais abaixo. É bem verdade que, a depender do ano, não dá para ver o astro-rei se pondo por conta de um prédio, mas de lá, no verão e meses próximos a ele, você verá a ilha de Itaparica, o Farol da Barra, a praia, os coqueiros e o morro do Cristo — e a enorme bola de fogo sideral indo embora, também. Tudo ao mesmo tempo.

Quem ama o espaço é o casal de gaúchos Marcos Britto e Gianna Vargas. O professor universitário e a analista de políticas públicas moraram um tempo em Salvador (até 2025) e acabaram elegendo o local como um dos pontos favoritos por aqui. O professor conta que, quando sai pra passear de moto, gosta de “se perder” em múltiplos caminhos para conhecer novos locais, em vez de sempre pegar o caminho mais curto ou mais rápido pra chegar em um lugar. Durante o período que estava em Salvador, frequentemente ficava curioso por estes espaços na cidade. No entanto, tinha receio de entrar em algum lugar perigoso sem querer, então sempre pesquisava no Google Maps os locais antes de ir.

 

Registro do casal Marcos Britto e Gianna Vargas do pôr do sol visto do Morro Ipiranga, localizado na frente do famoso Morro do Cristo

 

“O Morro do Ipiranga surgiu de uma curiosidade, ao voltar da UFBA pra casa e olhar uma rua que contornava o morro. Cheguei em casa, vi no Maps para onde dava o caminho e fui com a Gi conhecer em algum momento de tempo livre”, afirma — Gianna, que sempre gostou de sair de casa, topou ir lá conhecer o tal morro. “O Morro do Ipiranga se tornou uma opção diferente das “convencionais” para passar o final da tarde perto do mar de Salvador: não era na beira da praia e nem na orla. Tu está perto e longe o suficiente do pôr do sol para curtir aquele momento”, conta a gaúcha, que elenca os pontos positivos: brisa do mar, o visual, a tranquilidade, um espaço gramado com um pôr do sol gostoso. Marcos também destaca o fato de ser pouco frequentado e bastante seguro.

 

Gianna Vargas e Marcos Britto deitados no gramadão do morro: canga, lanchinho e fotos

 

Ela conta que passaram a chamar os amigos especiais pra conhecer o lugar, assim ele acabou se tornando um local precioso para compartilhar momentos com pessoas queridas dos dois. “Para mim, foi muito importante apresentar o Morro para amigas e amigos que já moravam há mais tempo (na capital baiana), porque me ajudava a construir pertencimento a Salvador do tipo: ‘Eu sou uma pessoa que conhece a cidade, apesar de morar há pouco tempo, e quero que mais pessoas conheçam o que eu conheço’”, acrescenta Marcos, dizendo ainda que levaram todos familiares do Rio Grande do Sul que foram visitá-los para conhecerem o Morro do Ipiranga — que marcou tanto a passagem dos dois por aqui que acabou sediando um mega piquenique de despedida. “As amigas e amigos levaram comidinhas e bebidas gostosas, e pudemos compartilhar aquele quase último pôr do sol de Salvador como moradores. Foi um momento muito emocionante porque estávamos dando um ‘até logo’ para todo mundo e para aquele lugar”, conta Gianna.

6. Boteco do Paulista

Aproveitou o pôr do sol? É o tempo de tirar um cochilinho (rápido) pois a pedida da noite é curtir o Boteco do Paulista. Lá, a noite é sempre animada por espetáculos de drag queen locais e convidadas. Sugestão: faça reserva pelo Sympla e chegue cedo, pois as reservas caem por terra pontualmente às 20h. Mas se atrasou um pouquinho? A hostess sempre dá um jeitinho de acomodar todo mundo, nem que seja em mesas separadas (OK, não é muito legal, mas quem mandou não chegar cedo?). Os shows começam sempre entre 20h30 e 21h e vão até perto de meia-noite. As noites são super divertidas, as drags são sempre super profissionais e adoram interagir com o público — além das dublagens de músicas dos mais variados estilos. Há várias opções de drinks e petiscos, e o ar-condicionado é sempre bem geladinho, do jeito que eu amo. Por lá, se apresentaram ou continuam se apresentando grandes nomes da cena local e nacional, como Spadina Banks, Angelina Meels, Melanie Mason e Becca Baroni.

 

Becca Baroni e Spadina Banks são duas drags da cena de Salvador; show no Boteco acontecem de quarta a domingo

 

Segundo Vinícius Antonelli, proprietário do Boteco do Paulista, cerca de 70% do público é de Salvador. Sobre turistas, a maioria vem por indicação. “O boteco está bastante conhecido em outros Estados”, diz, acrescentando que, como no verão aumenta a quantidade de pessoas na cidade, consequentemente há um crescimento no número de visitantes de fora na casa. “A maioria dos turistas que está na cidade durante o ano vem no Paulista, pois já ouviram sobre o espaço e querem conhecer”, opina Vinícius. A bióloga Patricia Andrade mora em Salvador e gostou de ter ido ao boteco, destacando a decoração, a limpeza, a organização e a comida. E também os shows das drags, é claro. “As performances foram muito bem executadas e as artistas muito lindas em seus looks incríveis”, elogia a bióloga.
As apresentações no Boteco do Paulista costumam se encerrar por volta da meia-noite. Ainda dá para dar uma esticada em algum local do bairro, o Rio Vermelho, tido como o mais boêmio de Salvador — que também é muito frequentado por soteropolitanos, diga-se de passagem. Pois nem só de Farol da Barra e Pelourinho vive a cidade.


SERVIÇO:

  1. NEOJIBA:

site: https://www.neojiba.org

Redes sociais: @neojiba

Telefone: +55 71 3032-1073 e +55 71 3044-2959

Endereço da sede no Parque do Queimado: rua Saldanha Marinho 10—32, Liberdade

Tem amplo estacionamento dentro do Parque

2. Feira de São Joaquim:

Os horários de abertura da feira são bem confusos, cada barraca parece ter sua política interna. Ela abre nos dias de semana e também nos finais de semana, mas como a hora de abrir e de fechar são fluidas, sugiro ir em um dia de semana, em horário comercial, “para garantir”.

Endereço: Av. Engenheiro Oscar Pontes, s/n - Água de Meninos (Comércio)

Tem estacionamento pago na frente da Feira. Entrada pela Avenida Jequitaia, altura do número 335 (lado esquerdo da pista)


3. MUNCAB:

Endereço: R. das Vassouras, 25 – Centro Histórico

Redes sociais: @muncab.oficial

Telefone: +55 71 3017-6722

E-mail: contato@muncab.org

Visitação: de terça a domingo das 10h às 17h (acesso até as 16h30)

Os ingressos para visitar o MUNCAB estão disponíveis de duas formas:

OBS: Aos domingos o espaço é gratuito. Para mais informações sobre meia-entrada e gratuidade acesse https://www.muncab.com.br/ingressos/


4. Cemitério dos Ingleses:

Endereço: Avenida Sete de Setembro, 3346, Barra (se for usar serviço de motoristas de aplicativos basta buscar por “cemitério dos ingleses”)

Funcionamento: aberto à visitação todos os dias, inclusive feriados, das 8h às 12h e das 13h às 17h (mas eu já fiquei lá até depois deste horário e o vigilante nunca me expulsou)

Visitas em grupo precisam ser agendadas pelo e-mail socbritba@gmail.com


5. Morro Ipiranga:

Endereço: Para chegar ao gramado de onde se vê o pôr do sol, coloque no seu aplicativo de mapas Orizon View Houses, prédio localizado na rua José Pancetti, 303. Chegando lá, basta voltar uns 30 metros pela rua tranquila e dar de cara com o visual. Um pouco antes desse prédio, na mesma rua, também dá para estacionar gratuitamente na rua, que conta com vigilância privada.


6. Boteco do Paulista:

Endereço: Rua da Paciência, 263, Rio Vermelho

Shows: de quarta-feira a domingo

Reservas (válidas pontualmente até 20h): Sympla (https://www.sympla.com.br/produtor/botecodopaulista)

Ingresso: R$20 (valores e cardápios do rodízio podem ser vistos no Instagram @botecodopaulista_ssa)